segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Foi um ano intenso este que passou

Foi um ano intenso este que passou, com grandes subidas e grandes quedas. Foi, sobretudo, um ano de crescimento e de evolução.
Aprendi muito sobre a arte, sobre a vida, sobre as pessoas e sobre mim mesma. Viajei, pisei muitos palcos, conheci sítios e pessoas fantásticos, conheci desesperos e dores da "alma" que nem sabia que cabiam cá dentro, mas também conheci a felicidade em igual proporção. Portanto, creio que, apesar de tudo, posso dizer que foi um ano feliz.
Deixa um sabor agridoce, não nego. Podia ter sido perfeito, mas não foi; as manchas estão lá, a estragar a pintura. No entanto, tudo isto permitiu-me criar uma bagagem que vou levar para o próximo ano e para o resto da vida, e por isso sinto-me grata por tudo, por ter vivido o bom e o mau, por ter conhecido tantas sensações novas.

Que o próximo ano me traga a leveza e a paz de espírito que procuro; e a vós, que vos traga tudo o que desejam e que merecem. Naquilo que eu poder ajudar para que tal aconteça, estou aqui! Obrigada aos que estiveram comigo também, ao longo deste ano. :)

Feliz 2013!

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Halloween meets real life

O Halloween é só amanhã, mas a minha história de terror já começou. Calha sempre bem uma facadinha quando andas demasiado feliz, só para não te esqueceres que a vida é uma merda mesmo. Não há histórias cor-de-rosa. Não há. Valham-me a dança e a música, para voltar a encontrar o chão quando mo tiram dos pés... E os amigos para me ajudarem a caminhar de novo sobre ele com alguma sanidade, claro. :)





[Imagem: Terpsícore, musa grega da dança e da música, mãe das sereias. Estátua de Antonio Canova.]

segunda-feira, 2 de julho de 2012

O Homofóbico

Há pouco, fui abordada na rua por um homem que estava completamente escandalizado por estarem ali dois rapazes a beijarem-se. Dizia ele que é uma vergonha, e que nunca tinha visto tal coisa em 12 anos a viver na França e 50 em Portugal. Deve ser uma coisa mesmo grave, para um velho vir a correr atrás de mim para me dizer "Oh menina, não queira arranjar um homem assim!" (e eu a pensar "Dafuq, mas se é gay claro que nunca vou arranjar um assim, dado que eu sou - ora bem, como é que hei-de dizer - ah, mulher!).

Também não sei o que é que isso tem a ver com a coisa, mas o senhor fez questão de me dizer, muito orgulhosamente, que tem três filhos, e que nenhum deles tem cabelo comprido ou brincos - e foi aqui que eu explodi. Nesta altura, o homem já me tinha ofendido a mim, ao meu namorado, e a uma carrada de amigas e amigos meus. Também tive vontade de o ofender. Acho que me surgiu até um instinto animalesco qualquer, tal foi a raiva que se apoderou de mim, que tive até vontade de o agredir e ver aquela cara horrorosa, acéfala e sapuda a ir contra o muro (obviamente, não o fiz, nunca na vida faria tal coisa).

E portanto, com esta produtiva conversa que me vi obrigada a ter, fiquei a saber que dois rapazes a beijarem-se na rua é um acto vergonhoso, capaz de meter os velhos da minha rua a correr de um lado para o outro para comentarem o caso com transeuntes aleatórios; fiquei também a saber que o cabelo curto é para os homens e o cabelo comprido é para as mulheres; ah, e que os homens também não podem usar brincos!
E fiquei sobretudo a saber que ainda há muita gente estúpida neste país. Não que não desconfiasse já, mas hoje pude confirmar na primeira pessoa.

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Em relação à notícia das perigosíssimas caravelas portuguesas...

Venho aqui fazer a boa acção do dia. Não, não é avisar as pessoas do perigo que correm nas praias; é só para dizer que isto é falso. O típico spam que as pessoas insistem em partilhar, antes de confirmarem a sua veracidade.

O post que hoje vi a circular, tinha uma foto de uma caravela portuguesa, como a que se vê na imagem, e dizia o seguinte:



MUITO IMPORTANTE!!!

Fica a informação. Tenham cuidado.

Depois de dois meses de mau tempo a assolar a costa portuguesa, vejam o que está a chegar na rebentação a algumas das nossas praias, juntamente com minúsculas patas de caranguejo, algas e outros elementos, vejam o aspecto que têm.

Sabem o que é isso? É apenas uma modesta medusa azul extremamente tóxica.Se virem alguma não lhe toquem. Mesmo morta o seu tecido mole morde como uma serpente, e as marcas que deixa na pele são definitivas - tatuagens indesejáveis. A dôr é indescritível e se fôr uma criança a manuseá-las, pode morrer envenenada.

Estas criaturas vivem a milhares de quilómetros da nossa costa, portanto: o que é que estas fazem aqui? São medusas de água quente, da Austrália, Califórnia... Quando surgem nas praias, estas são fechadas ao público e consideradas mais perigosas que tubarões a deambular na área.

Meus amigos. O tempo está a melhorar e os passeios à beira-mar tornam-se apelativos à descontracção. No entanto, se virem criaturas como estas, limitem-se a olhar e sigam à vossa vida.



Indícios de que algo não bate certo com esta suposta notícia:

- Não ouvi nem vi falar disto em meio de comunicação social nenhum;
- Não me lembro de ter estado assim tão mau tempo nos últimos dois meses;
- Todo o relato parece extremamente exagerado, quase como um risco para a saúde pública, quando não houve nenhum aviso por parte de quaisquer autoridades a respeito do assunto.


Fazendo uma rápida pesquisa, cheguei às seguintes conclusões:

- Obtive MAIS DE 100 resultados com o mesmíssimo texto, ipsis verbis, em blogues, facebooks, transcrições de emails, e sei lá mais o quê. A parte mais cómica é que cada um dizia rigorosamente a mesma coisa para uma praia diferente. Curioso, não?
- Este copy-paste anda a circular há séculos, sendo o mais antigo que encontrei de MARÇO DE 2010. Vejam bem de quando é que são esses dois meses de mau tempo…
- O conteúdo também é um exagero pegado! Sim, é um animal potencialmente perigoso, se entrarmos em contacto com os seus tecidos, mas daí a dizer que são mais perigosas que tubarões… Basta não ser totó e não lhe ir fazer festinhas, que não nos acontece nada.
- A Caravela portuguesa existe em locais MUITO mais próximos de Portugal do que a Austrália, e como é um animal que anda à deriva pelas correntes, acaba por vir cá parar. A sua presença na nossa costa é relativamente normal; vi testemunhos de mergulhadores que dizem que sempre se lembram de as verem por cá.



Posto isto, I rest my case.
Sejam críticos com o que lêem. Sejam cépticos. Desmistifiquem, escrutinem as coisas. E não façam spam.


Bom fim-de-semana!

Incompatibilidade entre Ciência e Religião

Partilho aqui uma opinião curiosa acerca do tema religião vs ciência, escrita por um estudante de teologia e astrónomo amador: http://astropt.org/blog/2012/05/23/big-bang-e-deus/

O comentário que faço a isto é o seguinte:
Era assim que eu pensava também, em tempos que já lá vão, quando era católica. Eu não via incompatibilidade nenhuma entre ciência e religião, porque para mim, ciência e religião dão respostas a questões diferentes (a ciência, explica o mundo físico; enquanto que a religião se prende com um lado espiritual, que eu achava que sentia, e era algo onde eu ia buscar "apoio" emocional, através da dita fé); e não havia como misturar as coisas. Para mim, enquanto pessoa religiosa, nunca houve qualquer choque entre evolução e criacionismo, por exemplo. A maior parte dos católicos já nem coloca essas questões sequer, e aceitam perfeitamente as teorias científicas. Eu, pessoalmente, não sentia a minha fé minimamente abalada pela ciência, pois eu achava que a ciência explicava aquilo que deus tinha criado (e que coisas complexas e belas ele criava!).

Só mais tarde compreendi que a maior incompatibilidade, a meu ver (fora para aquelas religiões que claramente pretendem explicar o mundo físico com deus(es)), nem se trata do choque de teorias, como evolução vs criacionismo. A maior incoerência prende-se com o princípio do qual partimos, com o nosso critério para aceitar algo. Hoje em dia, como estudante e admiradora de ciência, é-me completamente impossível aceitar deuses, não porque eles me apresentem explicações para o mundo físico contrárias às que a ciência defende, mas sim porque, se eu acredito no método científico, e se aceito que ele funciona, porque convivo com os seus frutos no dia-a-dia; e se, por outro lado, nenhum outro método nem crença me dá as provas palpáveis, nem os resultados práticos que o método científico me dá; então, naturalmente, eu desenvolvo uma postura céptica em relação a tudo o que me rodeia - aceito e acredito naquilo que é comprovável e reproduzível (não há outra forma de fazer ciência). Falei de mim como estudante de ciência, mas isto aplica-se a QUALQUER pessoa que viva nos dias de hoje, pois qualquer pessoa hoje em dia usufrui da ciência e isso, para mim, implica que toda a gente acredite nela - embora muitos não gostem de assumir esse facto.

Não me cabe na cabeça, portanto, como é que alguém que se diz crente na ciência, que usufrui dela (seja porque vai ao médico, ou porque vê televisão, ou porque usa telemóveis, carros, computadores, etc), e que aceita, consequentemente, os princípios do método científico (questionamento, experimentação, comprovação, etc), consegue continuar a acreditar em coisas para as quais não existe qualquer prova, qualquer demonstração. Esta é, para mim, a maior incompatibilidade entre religião e ciência.

domingo, 29 de abril de 2012

Vícios

Vícios, no sentido em que os entendemos melhor. Os primeiros que nos vêm à cabeça quando pensamos nesta palavra. Aqueles que “toda a gente” tem, aqueles socialmente aceites.

Poucas coisas com as quais convivo diariamente chocam tanto com os meus princípios como estas. E magoa-me – magoa-me de morte – ver que as pessoas que mais amo não conseguem passar sem elas. Gente que, por regra, precisa de três cafés por dia para conseguir acordar, de um maço de tabaco para conseguir estar, de um barril de álcool para se conseguir divertir, de um charro para conseguir criar! Não falo de casos isolados em que, uma vez sem exemplo, alguém se socorre deste tipo de substâncias para libertar a mente e se divertir (algo que considero salutar, e algo em que eu própria não sou completamente inocente), pois vejo isso como ir a um parque de diversões um dia, e voltar para casa depois, contente com a experiência mas com a plena consciência de que a vida real não é assim e de que não faz sentido ir lá todos os dias. Não falo disto, falo de NECESSIDADE, falo de recorrência, de rotina, de dependência. 

Talvez se perguntem porque é que isto me incomoda tanto. E para responder a isto, o que não faltam são motivos por onde pegar, mas nem vou pelas questões mais básicas que estes problemas levantam, como as consequências para a saúde, ou o desperdício de dinheiro que, muitas vezes, nem é de quem o gasta, mas sim dos pais - o que, por si só, já deveria dar um bom peso na consciência -, pois são assuntos já muito batidos, e além disso nem são os que me incomodam mais. O que me fere mais é um pouco menos óbvio, é o rebaixamento que isto representa na dignidade de alguém. O que será esta necessidade se não uma auto-humilhação, a extrema cobardia, o boicotar das próprias capacidades do indivíduo, o não conseguir ser alguém por si mesmo? O que será isto se não a total falta de auto-confiança e auto-controlo? O que será isto, se não a extrema falta de brio?
É esta descrença no estado natural do ser humano que eu abomino. É esta suposta ascensão a um estado superior que eu vejo como uma descida ao nível mais baixo de degredo psicológico que pode haver. É isto a que eu chamo desonestidade intelectual e de carácter. É uma máscara, uma muleta, um artifício. Não é ser, é fingir. Não é ter, é usar. Não é viver, é entrar num estado induzido. 

Eu não quereria isto para a minha vida, eu teria vergonha de ser assim. No entanto, tal como tudo na vida, são opções; e as opções, cada um as toma para si. Longe de mim pedir a alguém que deixe de fazer o que quer que seja que o faça sentir bem, por mais que ame e me preocupe com essa pessoa. Tenho o dever de respeitar os outros e de não interferir nas suas escolhas, desde que estas não tenham efeitos que recaiam sobre mim. No entanto, não consigo deixar de me sentir revoltada e triste com aquilo que se passa à minha volta, não consigo deixar de sentir pena, nem consigo deixar de me sentir incomodada e preocupada, sobretudo quando vejo isto a acontecer a alguém que para mim é tudo.

Tenho a noção de que, com esta posição perante este tema, pertenço a uma minoria na minha geração. Tenho a noção de que, ao publicar uma opinião assim, alguém vai ter vontade de me apedrejar, de dizer que sou antiquada e ingénua. E estou consciente de que muitas pedras vão chover. Queria pedir, portanto, a quem tiver uma opinião contrária que não se limite a descarregar contra o que eu disse, mas que me ajude a compreender o seu lado. Agradecia imenso. Acreditem que isso iria melhorar bastante o meu dia-a-dia e me ajudaria a lidar melhor com algumas pessoas e situações.



E vocês, o que acham disto?



(Algumas respostas aqui.)

sábado, 7 de abril de 2012

Borbulhas

As borbulhinhas são um problema que nos afectam a todas, pelo menos uma ou outra vez (sobretudo naquele dia em que temos algo importante na agenda e não convinha nada que elas aparecessem!). Nestes casos pontuais em que surge uma borbulha, é urgente agir rapidamente sobre ela, com produtos específicos de cuidado localizado, que podem agir em três frentes: secando a borbulha, disfarçando a borbulha ou removendo a borbulha, podendo ainda usar os três tipos de produtos combinados.

Para secar a imperfeição, recomendo o uso de um roll-on/caneta/stick para imperfeições, como estes dois que aqui sugiro:

Roll-on Refrescante, da gama Garnier Pure, da Garnier. Acelera a secagem das imperfeições.


Cuidado invisível anti-imperfeições, da gama Clearskin, da Avon.


(Nota: neste caso, os produtos que eu testei foram descontinuados, e estes que aqui apresento são os que os vieram substituir. Os produtos correspondentes que eu testei foram este e este, respectivamente.)


Outra opção é usar um produto que seque e disfarce a borbulha, simultaneamente, como este stick com cor, que acaba por funcionar como um corrector:

Stick secante dissimulador anti-imperfeições, da gama Normaderm, da Vichy

Pessoalmente, não gosto muito dos sticks com cor, pois normalmente não existe grande possibilidade de escolha da tonalidade do pigmento, e corremos o risco de nos calhar um stick com uma cor que não tem nada a ver com o nosso tom de pele - e assim, em vez de disfarçar a borbulha, acaba por criar um novo foco de atenção, o que acaba por não ser muito vantajoso.


Estes produtos são, sem dúvida, uma boa ajuda, mas para mim, o rei da eficiência é o próximo que vos apresento: Senhoras e senhores, preparem-se para os milagres do patch. Os patches removem mesmo a borbulha a 100%, e para que tal aconteça basta colar um em cima da borbulha e aguardar umas horas - de preferência, uma noite. Quando retirares o patch ele vai trazer lá colado nada mais nada menos do que a tua borbulha! Ou seja, a típica ponta branca das borbulhas, resultante da inflamação, ficará colada no patch, e depois a borbulha seca num instante.

Patches anti-borbulhas da gama Pure Skin, da Essence.



Estes produtos são uma excelente ajuda no caso de borbulhas e imperfeições pontuais; no entanto, para casos mais graves de acne, recomendo um tratamento no dermatologista, com medicação apropriada.




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A autora do blog não comenta nos seus posts produtos que não conhece. Todos os produtos apresentados nestas páginas foram, portanto, adquiridos e testados por mim.


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Contorno dos olhos

Além desta base de tratamento diário, por vezes é necessário aplicar tratamentos específicos localizados.

A primeira zona específica a ter em conta é a zona de contorno dos olhos, ou as chamadas olheiras, a que devemos dar um cuidado especial. Nesta zona, a pele é mais fina e mais transparente, ficando facilmente arroxeada e com diferente relevo, e o creme que usamos normalmente pode não ser o mais adequado para esta área com características tão específicas. A partir dos 20 anos, torna-se importante introduzir um creme de olhos para complementar a rotina diária do tratamento de rosto, para activar a circulação, reduzindo o arroxeado das olheiras e também ajudar a prevenir a formação de rugas. O creme utilizado nesta zona deve ser mais fino, mais especializado, e deve ser aplicado suavemente, com o dedo anelar, por ser aquele que tem menos força. Eis aquele que estou a usar:

Gel refrescante para o contorno dos olhos, da gama Natural Skincare, da Oriflame.

É um gel bastante refrescante, com efeito imediato. Contém camomila e vitamina E para ajudar a reduzir os círculos escuros de contorno dos olhos. Deve ser aplicado de manhã e à noite, e pode ser usado em todas as idades.
É portanto, uma excelente opção para uma mulher com idade e estilo de vida semelhante ao meu: casa dos 20, estudante, ainda sem rugas, mas com uma frequente sensação de cansaço nos olhos e contornos escurecidos, sobretudo devido às horas passadas em frente ao computador, horas de sono em falta e horas de estudo.



Outra sugestão:

Sérum de contorno de olhos da gama Skindividual, Oriflame.

Este é um produto também bastante interessante. Mais específico para mulheres acima dos 25 anos, ajuda a atenuar as primeiras rugas e sinais de envelhecimento no contorno dos olhos. Bastante fácil de aplicar, devido ao roll-on incorporado, deve aplicar-se também duas vezes por dia, sendo um produto bastante vantajoso para quem não tem muito tempo ou paciência para aplicar corrector de olheiras, pois o próprio sérum contém pigmentos reflectores de luz que tornam a pele mais luminosa instantaneamente. Funciona um pouco como um creme com cor, no entanto o efeito é muito muito ligeiro (não substitui realmente um corrector).





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A autora do blog não comenta nos seus posts produtos que não conhece. Todos os produtos apresentados nestas páginas foram, portanto, adquiridos e testados por mim.


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segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

O Significado das Runas - O Poder do Oráculo Viking

O Significado das Runas - O Poder do  Oráculo VikingO Significado das Runas - O Poder do Oráculo Viking by Neusa Amaral

My rating: 3 of 5 stars


O livro é bastante simples e sintético - o suficiente para aquilo que eu procurava. Diria que é o livro adequado para uma primeira abordagem ao tema e para despertar o interesse sobre ele, mas não é informativo nem esclarecedor o suficiente para alguém que procure fazer um estudo mais aprofundado acerca das runas.

Nas primeiras páginas, a autora começa por explicar sucintamente o que são as runas, a sua origem e como eram usadas na antiguidade pelos povos nórdicos, bem como a mitologia a elas associada, e a forma como estão organizadas. O principal conteúdo do livro é dedicado a cada uma das letras rúnicas, seu significado, deuses e elementos associados, e a sua interpretação. No final, é ainda apresentado um pequeno guia de como construir, lançar e ler as runas.

Como pontos negativos, aponto alguns erros ortográficos, e também algumas interpretações um pouco confusas, com significados dúbios e pouco claros.



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