sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Sentence of Death




We consciously sign our own sentence of death
How can you go on?

Did you forget what we have learnt from the past?

We can't go on killing ourselves

And with us all the rest

Why can't you see? Don't you regret?


E continuo a cometer os mesmos erros de sempre. Continuo
a caminhar para o final que tão bem conheço, pois já tantas outras vezes me arrastei para lá. E sigo, conscientemente, como se as marcas que os meus passos deixaram no passado tivessem já sido apagadas. E, com as minhas falhas, arrasto ainda aqueles que depositam a sua confiança em mim. E falho novamente, como se nunca me arrependesse, porque, mais uma vez, nem sequer me esforcei para evitar o fracasso.




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A Arte
Imagem: Dark Cross, de Kuzmitch http://www.flickr.com/photos/kuzmitch/458870490/
Versos: Excerto de Mother of Light, Epica


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Obviamente, não se trata de uma morte física; refiro-me "apenas" a uma das responsabilidades da minha vida, que tem sido alvo de sucessivos fracassos.
Está aí a segunda época de exames, mais uma oportunidade. Talvez desta vez a história tenha um final diferente. Talvez não...




Se ao menos eu tivesse vontade de estudar...