A request | Um pedido

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quarta-feira, 11 de maio de 2011

Dica: Como alterar a cor da descrição do blog

Quem usa o Blogger talvez se tenha deparado com um erro na personalização, que não nos permite alterar a cor da descrição do blog.


Blogger 
    -> Design
             -> Template Designer
                     -> Advanced
                              -> Blog Description
                                        -> Description Color


Experimentem alterar a cor. Não acontece nada, não é?
Em vez de "Blog Description", experimentem alterar a cor no "Page Text". Essa opção altera não só a cor do texto principal como também a da descrição do blog. Para mal dos nossos pecados, o Blogger tem a cor do texto principal como default para a cor da descrição do blog. Pode funcionar para alguns mas, quem quiser colocar uma cor diferente, vai encontrar algumas dificuldades pelo caminho.

Foi precisamente o que aconteceu comigo. Deparei-me com este problema e fui procurar alguma solução nos fóruns de Ajuda do Blogger. Encontrei vários utilizadores com o mesmo problema; um deles, deu uma sugestão que o resolve parcialmente:


Blogger 
    -> Design
            -> Edit HTML

Antes da seguinte linha de código:


Escrevam isto:


A cor é opcional, obviamente. Usei o "yellow" para exemplificar.
Agora guardem.

Apesar de resultar, não é muito eficiente, pois a escolha de cores fica bastante limitada; além de que, sempre que quisermos alterar a cor novamente, teremos de mexer no código, ao passo que seria muito mais cómodo poder alterá-la no Template Designer. Em relação a isso, tenho boas notícias: Depois de algumas experiências, consegui criar uma forma de o fazer. Basta seguir estes passos:


Blogger 
    -> Design
            -> Edit HTML

Tal como há pouco, encontrem a seguinte linha de código:


Mas agora, em vez do código que indiquei anteriormente, escrevam isto:



É necessário alterar mais uma coisa ainda.

Encontrem o seguinte bloco de código (encontra-se mais ou menos ao início):




Agora, reparem na linha destacada a verde. É isso que faz com que a cor da descrição do blog dependa da cor do texto geral. O que vamos fazer agora é alterar os padrões default, na linha de código que está dentro da elipse verde. Para simplificar, podemos usar os valores que estão dentro da elipse amarela. É só copiar e colar. Isto vai fazer apenas com que, por default, as cores da descrição do blog sejam as mesmas que as do título do blog, caso não as editemos; mas permite-nos personalizar individualmente as cores dessas secções na mesma, que é o nosso objectivo.

Quando estiver tudo alterado, o bloco de código anterior deve ter o seguinte aspecto:



Agora é só guardar. Et voilà! Já podemos personalizar as cores da descrição do blog ao nosso gosto! :)



Uma última nota: Eu sou um bocado noob em programação e afins, portanto, de certeza que há maneiras muito mais correctas de resolver isto; no entanto, esta funciona!! É o que é preciso. ;)




Ps: Se funcinou contigo, por favor, deixa feedback! Só porque é bom a gente saber que ajudou alguém. :)
Obrigada.

segunda-feira, 14 de março de 2011

E deixo a vida viver

Por vezes, a vida traz-nos milagres. Acarinha-nos sem que o mereçamos.
Por vezes, a vida parece não cumprir o seu karma, e não nos castiga pelas nossas maiores falhas - ou por aquilo que julgamos sê-las. Ao invés disso, brinda-nos com magia e com luz, com amor incondicional e impagável, com novas oportunidades; como se, após todas as falhas e desilusões, a própria vida acreditasse e apostasse em nós... Mais do que nós próprios.
Hoje, a minha vida apostou em mim. De várias formas.
Hoje, a vida ofereceu-me várias luzes, réstias de esperança secretas, que me deram uma estranha força para seguir em frente.
Mas a troco de quê?

Eu acredito no reflexo das minhas acções. Acredito que o mal que fizer, sobre mim cairá, e que, por outro lado, se agir correctamente, a vida vida me recompensará de alguma forma. Não sinto, no entanto, que, nesta altura, mereça uma benesse. Já há demasiado tempo que sou um lixo que se arrasta, mascarado com um sorriso. Já há muito tempo que espero que o céu caia sobre a minha cabeça - ou o Inferno, para ser mais justa -, sem que, no entanto, isso aconteça.
Não aconteceu, nunca. Não, apenas mais do mesmo, apenas as mesmas trevas que eu própria criei, sem que, no entanto, o chão se rasgue em abismos. Estranhamente, o chão mantém-se intacto, sob os meus pés. Diria até que está a ficar cada vez mais firme, magicamente, sem que eu o tenha cuidado, sem o mínimo esforço ou sacrifício da minha parte. E nascem flores agora, quem diria? Poderá o meu chão alimentar-se do mal que lhe causo, da poluição a que o sujeito? Não compreendo...

A troco de quê, volto a perguntar. Se esta dádiva não é uma recompensa, pois não fiz nada para a merecer, então será uma aposta. A minha vida está a apostar em mim, e eu não sei o que é que ela quer em troca. A minha felicidade, talvez? Não sei se isso basta para pagar todas estas dádivas que não fiz por merecer. Um sacrifício doloroso, mortal? Não parece fazer muito sentido; de que serviria toda esta aposta da minha vida no meu sucesso e na minha felicidade, para depois os destruir? Não... Talvez a minha vida não se queira vingar de mim, talvez esteja apenas cansada de sofrer e não ser vivida. Talvez tenha despertado de um sono profundo, se tenha agitado, se queira soltar. E talvez esteja ela própria a criar as condições necessárias para ser aquilo que é - uma vida, não uma morte.

A minha vida quer viver por mim; e eu, nem sei bem com que forças, vou deixá-la viver, vou deixá-la guiar-me. Vou deixar-me absorver por cada réstia de esperança que ela me trouxer, como aquelas que recebi hoje. Tenho medo de falhar mais uma vez, e de continuar a desiludir todos os que me amam e acreditam e mim, incluindo a minha vida. Mas o sol nascerá em breve, e trará um novo amanhã, um novo dia... Uma nova oportunidade de renascer das cinzas, erguer a cabeça e deixar que esta vida viva em mim.








*****************
A arte:
Heart Of Phoenix, de Sergey Martyn

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Respira



Não está fácil, não está fácil, não está mesmo, não está não. Vai em frente, falha, tenta outra vez, avança, cai, chora, volta atrás, levanta... LEVANTA-TE! Corre! Corre, corre, CORRE! E canso-me, e respiro descontroladamente, tentando acompanhar esta corrida frenética. Mais rápido - e é tudo negro - corre mais rápido! E a cada inspiração, respiro enxofre, amoníaco, pântanos pútridos, cadáveres pestilentos, dejectos fétidos e tudo que mais difícil me é de respirar. Corre, porque perdeste tempo a olhar para a paisagem - foi por isso que tropecei e caí. Corre, porque jamais chegarás lá nesse passo lento e relaxado. Corre, corre, porque, até mesmo correndo, a meta parece longe - então porque não corro eu mais depressa? Corre, corro, CORRE!, eu corro, EU CORRO!!




PÁRA!




Não aguento mais. Páro.
Os meus pulmões não parecem suficientes em número e volume para todo o ar de que preciso agora. O meu coração não cabe no meu peito, de tanto pulsar, e parece tentar sair dele. O meu cérebro não está suficientemente oxigenado. Faltam-me as forças. E eu respiro, respiro, respiro como se nunca tivesse tido o ar à minha disposição - este ar à minha disposição.

SHH-HUFF
SHH-HUFF
SHH-HUFF
SHH-HUFF
SHH-HUFF
SHH-HUFF
SHH-HUFF
SHH-HUFF

Este ar é diferente. É mais limpo, mais fresco... Demasiado fresco; é gelado!

SHH-HUFF
SHH-HUFF
SHH-HUFF
SHH-HUFF
SHH-HUFF
SHH-HUFF
SHH-HUFF
SHH-HUFF

E corta-me a garganta com farpas de gelo.
E faz-me sentir uma tempestade polar ao redor das têmporas. Ou será dentro da cabeça? Parece até que parte do ar gelado que respiro vai directo para o cérebro!
Mas é gelado que sabe bem!

SSHHHHH-HUUUUFFFF

Respiro fundo.

SSSSHHHHHHHH-HHUUUUuuuuuuuuuufff...



sshhhh-huuuuufff
sshhhh-huuuuufff
sshhhh-huuuuufff
shh-huff...
shh-huff...
shh-huff...


Recupero os sentidos que, por pouco, não perdera por completo. Os meus pulmões não tentam mais sugar o ar que não podem guardar, nem ocupar o espaço que não têm. O meu coração parece voltar a considerar o meu peito um bom sítio para viver, e, calmamente, aconchega-se entre os meus pulmões. Eu respiro normalmente agora; sinto um odor que agradavelmente carrega o ar e olho, finalmente, em meu redor.





Dou por mim numa estrada não muito larga, de terra batida e clara, ladeada por campos de girassóis da minha altura, de ambos os lados, e sem fim à vista em qualquer direcção que os meus olhos busquem. Só estrada e girassóis.
O meu espanto é enorme. A obsessão de correr em direcção ao meu destino era tão forte que me cegou. Não olhei para as margens da estrada, nem vi o que é que me levara ali; não soube apreciar o caminho.
Começo finalmente a raciocinar e pesa-me o cansaço - apercebo-me de que não durmo hà três dias. Meu deus, terei eu corrido durante todo este tempo? Corri durante três dias seguidos, que passaram tão rápido como se apenas três horas fossem!
Poucos metros à frente do local onde me encontro, vê-se outra estrada, perpendicular a esta. É um cruzamento. Vem-me à mente a verdade de que ainda tenho muito a percorrer e muitas direcções por escolher, e sinto que, quanto mais avanço, mais longo me parece o caminho - há três dias atrás parecia só uma volta ao mundo, e agora já vejo que só chegarei ao fim com, pelo menos, mais sete.


Mas correr mata-me.


Deixo-me cair de costas; as flores amortecem-me a queda. O céu está lá em cima, mais magnífico do que nunca, e eu que nem me lembrara de o olhar! Que espectáculo que perdi... Vou ficar aqui um pouco, deitada, a deixar que o sol me aqueça; a apreciar o conforto, o aroma e a beleza dos girassóis; a ouvir os zunidos das abelhas que passam, pousam, e partem - sem as temer; a contemplar as nuvens brancas, grandes e almofadadas, em contraste com o céu liso e azul, que passam sobre mim. Quem sabe a minha imaginação não recorta em alguma delas uma forma que me faça rir...












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A arte:
-Primeira imagem: Running Through The Dark Forest, de Denise Abé
-Segunda imagem: Girassóis (desconheço a origem)
-Terceira imagem: Sunflower Clouds and Blue Sky, de Mal Bray
-Música: Nebelland, dos Neun Welten (com o melhor vídeo que poderia existir para este texto).

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Chibi me!

Aqui está o meu chibi, feito pela Joana Dias / Shinobinaku.



Não é amoroso? :)

Recomendo vivamente a visita ao Facebook e ao deviantART da autora, para quem quiser ver os trabalhos fantásticos que ela produz, neste e noutros estilos.

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