A request | Um pedido

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quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

The 29th Winter

25.01.1989 is the day I was born, wich means I'm completing 29 Winters today.
I never celebrate my birthday and this day always makes me feel a little bit weird. I'd rather celebrate my accomplishments in life than the mere fact of my existence.
Anyway, I would like to take a moment to say something today: thank you! I am deeply thankful for all the amazing things life has brought me so far, for all of you around me who support me, and for Winter.

 I hope you have a wonderful day. :)







__________________

Picture by the amazing Eleán'Art
Model: me

sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

Fanart collection from 2017 | Coleção de desenhos de fanart de 2017

ENG
You guys, HOW AWESOME IS THIS?? 😭 🙏🙏🙏 These are 7 beautiful artworks done by 7 amazing artists in 2017, inspired by my pictures or using them as reference. Please go check them out and support their work, 'cause they totally deserve it! 💓💓💓

PT
Genteeeeeeee, QUÃO BRUTAL É ISTO?? 😭 🙏🙏🙏 Estes são 7 desenhos lindos lindos, feitos por 7 artistas diferentes durante o ano que passou, inspirados em fotos minhas ou usando-as como referência. Por favor, vão deixar o vosso apoio a estes artistas, porque eles bem merecem!



1 - Ricardo Ramos (IG @rrpoetry_deep) - PT
2 - Rett Longmore (IG @rett.longmore.art) - USA
3 - Inês Garcia (IG @inesgarcia_artwork) - PT
4 - Sayuri Yusa (IG @sayuri_yusa) - PT
5 - Thorny Inc. (IG @thornyinc) - unknown
6 - Eid - Kuwait
7 - Fiona Campbell - UK


ENG
Let's see each one with more detail...

PT
Vejamos cada um com mais detalhe...



1.



2.


3.


4.


5.


6.


7.


ENG
Thank you so so much, I absolutely love each one of these pieces. This is very precious to me. 💝
And in case you'd like to see more drawings of me, just check the album I'm dropping down here!


PT
Muito muito obrigada, amei cada uma destas peças, do fundo do coração. Isto significa imenso para mim. 💝
E para o caso de quererem ver mais desenhos que fizeram de mim, espreitem o álbum que vou deixar aqui em baixo!



terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Às saudades e às memórias

Às saudades e às memórias dos dias em que estávamos todos, pois jamais os poderemos repetir. As saudades e as memórias, essas são eternas. Oxalá fôssemos nós também...



Descansa em paz, tio.

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

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Hello everybody! We're now on Bloglovin', so don't forget to follow Temple of the Rose there. Let's keep in touch! 😃


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Olá a todos! Agora já estamos no Bloglovin', portanto não se esqueçam de seguir o Temple of the Rose por lá. Vamos ficar mais próximos! 😃




Kisses,
Diana

sábado, 11 de junho de 2016

Hoje é dia de alegria



Há tanta alegria, tanta coisa boa, tanta energia positiva a pairar neste momento, que não quero ir dormir, não quero parar de absorver isto.
É só futebol. É. Eu própria não me considero adepta. Não segui os jogos todos. Não sei o nome de todos os jogadores da seleção sequer. Não percebo grande coisa de futebol. Mas não há como ficar indiferente a esta espécie de magia que une tantas pessoas diferentes e deixa uma nação tão feliz e orgulhosa, apesar de todos os fa(r)dos que carrega.
Infelizmente, continuo a assistir também a comentários de pessimistas, que, lá do alto do seu intelecto, acham que somos todos burros porque celebramos uma coisa "irrelevante", enquanto o país continua a afundar-se noutras áreas que afetam a nossa vida de forma mais direta. Pois olhem, ninguém quer saber do vosso mimimi! Mais importante do que o motivo desta boa energia ser do âmbito do entretenimento ou da política, é o seu efeito nas pessoas. E este efeito é inegavelmente positivo. Temos a opção de ser pobres mas felizes com as coisas boas que vão acontecendo, ou pobres de espírito e infelizes com tudo. Portanto, podem fazer um favor à sociedade e ir cortar os pulsos e nunca nunca nunca mais ficarem contentes com nada até estarmos todos ricos, com a crise ultrapassada, e um sistema de saúde e de educação perfeitos. Até lá, boa sorte com isso!
Portugal hoje está de parabéns, e isso é muito bom para todos nós enquanto sociedade! Felizmente, a alegria de uma nação é mais contagiante do que o negativismo de quem vê sempre o copo meio vazio. E a alegria de hoje é daquelas que vale muito a pena absorver. E por isso, hoje eu não quero ir dormir.

terça-feira, 19 de abril de 2016

“Que cabelo tão grande. Que egoísta, devias doá-lo!”

Normalmente prefiro usar o Facebook para partilhar coisas bonitas, mas hoje estou zangada. E não é a primeira vez que falo disto, mas cá vai.
Porque raio há tanta gente que, quando vê alguém com cabelo extra longo, decide achar-se no direito de dizer a essa pessoa que deveria doá-lo? E pior, que é egoísta por não o fazer.
DESCULPEM????
Desde quando se tornou aceitável exigir a um estranho uma medida de caridade? Desde quando se tornou normal opinar sobre a remoção de uma parte corporal de alguém? Desde quando é correto acusar uma pessoa de egoísmo por não querer ceder voluntariamente algo que é importante para si, que é parte da sua identidade, que tem custos, que dá trabalho e tem valor sentimental, quando os próprios indivíduos que proferem tal acusação também nunca cederam nada igual?
O facto de possuirmos uma coisa que faz naturalmente parte de nós, ou que conseguimos adquirir com o nosso esforço e trabalho, NÃO nos coloca automaticamente no dever de a oferecermos. E ninguém tem o direito de nos oprimir e nos insultar por isso.
Perguntar a alguém com cabelo longo porque é que não o doa faz tanto sentido como pressionar alguém desta forma:
- Tens dois rins, sabias? Devias doar um, porque há muita gente a precisar e tu vivias bem sem ele. Que egoísta!
- Tens 4 filhos, e há tantos casais que não conseguem procriar por problemas de saúde, e tu facilmente consegues fazer mais. Que egoísta que és, podias muito bem doar um filho.
- Tens 3 carros na garagem e só consegues andar com um de cada vez, ao passo que eu sou pobre e nem um consigo comprar. Bem que me podias dar um dos teus carros, egoísta!
- Tens um couro cabeludo saudável e cabelo forte, porque não passas anos e anos da tua vida a investir no teu cabelo para ele crescer saudável até ter mais de 1 metro de comprimento, para depois o doares? Podias fazer isso mas escolhes manter o cabelo curto só porque gostas dele assim, que egoísta!
Parece-vos razoável dizer uma coisa destas a alguém? Não? Boa, então pensem duas vezes antes de sugerirem a um estranho de cabelo longo que ele deveria doá-lo.




Acompanha a discussão no meu Facebook.
#AsCrónicasDaRapunzel

quarta-feira, 24 de junho de 2015

Ajudas-me a realizar um sonho?

Hoje venho pedir-vos uma pequena ajuda!

A minha participação no concurso

Estou a concorrer a um giveaway DE SONHO, organizado pelas artistas criadoras de Eleán'Art e Elfic Wear, que tanto admiro. Para quem não conhece as artistas por detrás deste projeto, a Mara D'Eleán é uma artista linda, multifacetada e cheia de talento em tudo o que faz: fotógrafa, makeup artist, modelo, diretora de video, designer, e tudo o mais que a desafiar. E a Angélica Elfic é a grande mente que cria, as mãos mágicas que executam, e a elfinha que pousa na marca de roupa e props de fantasia Elfic Wear. Trabalham em conjunto frequentemente e a arte que nos trazem leva-nos automaticamente para um mundo de fantasia habitado por elfos, fadas, e criaturas mágicas.

Mara D'Eleán (Eleán'Art)

Angélica Elfic (Elfic Wear)

Para quem me conhece e sabe como adoro estes universos, e como adoro fotografia dentro de temas mais fantásticos e etéreos, é natural que compreenda a importância que este concurso tem para mim, porque o prémio será uma sessão fotográfica organizada por estas Senhoras, com figurinos Elfic Wear, e com direito a ficar com uma das peças usadas na sessão!!!

Para me ajudarem a entrar neste universo mágico, só têm de cumprir 3 passos:




Não custa nada! :D Muito obrigada pela ajuda! 

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

24





A vida passa lá fora, e eu estou aqui. Eu estou sempre aqui, no mesmo sítio, de pés juntos, braços caídos, cabeça para baixo, corpo nu e descrente de tudo, sobretudo de mim. O vento sopra e passa sobre mim, como o tempo, como a vida.

E eles passam mesmo. Passa mais um ano sobre mim hoje, mas eu não passei pelos anos. Há anos e anos que eu estou estagnada, desenquadrada, ultrapassada, desesperada, desmotivada, humilhada, parada. São muitos anos assim, um quarto da minha vida, mais precisamente. São seis anos a falhar. E por minha culpa apenas.

Não quero felicitações, não quero simpatias nem presentes, pois deles não sou digna. Não vou celebrar hoje, pois não me orgulho dos anos que faço. Não há nada para celebrar neste dia, a não ser que o fracasso agora seja motivo de celebração. Não quero abraços nem beijos hoje.


Não quero nada. 
Hoje eu não sou digna de nada.


terça-feira, 30 de outubro de 2012

Halloween meets real life

O Halloween é só amanhã, mas a minha história de terror já começou. Calha sempre bem uma facadinha quando andas demasiado feliz, só para não te esqueceres que a vida é uma merda mesmo. Não há histórias cor-de-rosa. Não há. Valham-me a dança e a música, para voltar a encontrar o chão quando mo tiram dos pés... E os amigos para me ajudarem a caminhar de novo sobre ele com alguma sanidade, claro. :)





[Imagem: Terpsícore, musa grega da dança e da música, mãe das sereias. Estátua de Antonio Canova.]

segunda-feira, 2 de julho de 2012

O Homofóbico

Há pouco, fui abordada na rua por um homem que estava completamente escandalizado por estarem ali dois rapazes a beijarem-se. Dizia ele que é uma vergonha, e que nunca tinha visto tal coisa em 12 anos a viver na França e 50 em Portugal. Deve ser uma coisa mesmo grave, para um velho vir a correr atrás de mim para me dizer "Oh menina, não queira arranjar um homem assim!" (e eu a pensar "Dafuq, mas se é gay claro que nunca vou arranjar um assim, dado que eu sou - ora bem, como é que hei-de dizer - ah, mulher!).

Também não sei o que é que isso tem a ver com a coisa, mas o senhor fez questão de me dizer, muito orgulhosamente, que tem três filhos, e que nenhum deles tem cabelo comprido ou brincos - e foi aqui que eu explodi. Nesta altura, o homem já me tinha ofendido a mim, ao meu namorado, e a uma carrada de amigas e amigos meus. Também tive vontade de o ofender. Acho que me surgiu até um instinto animalesco qualquer, tal foi a raiva que se apoderou de mim, que tive até vontade de o agredir e ver aquela cara horrorosa, acéfala e sapuda a ir contra o muro (obviamente, não o fiz, nunca na vida faria tal coisa).

E portanto, com esta produtiva conversa que me vi obrigada a ter, fiquei a saber que dois rapazes a beijarem-se na rua é um acto vergonhoso, capaz de meter os velhos da minha rua a correr de um lado para o outro para comentarem o caso com transeuntes aleatórios; fiquei também a saber que o cabelo curto é para os homens e o cabelo comprido é para as mulheres; ah, e que os homens também não podem usar brincos!
E fiquei sobretudo a saber que ainda há muita gente estúpida neste país. Não que não desconfiasse já, mas hoje pude confirmar na primeira pessoa.

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Em relação à notícia das perigosíssimas caravelas portuguesas...

Venho aqui fazer a boa acção do dia. Não, não é avisar as pessoas do perigo que correm nas praias; é só para dizer que isto é falso. O típico spam que as pessoas insistem em partilhar, antes de confirmarem a sua veracidade.

O post que hoje vi a circular, tinha uma foto de uma caravela portuguesa, como a que se vê na imagem, e dizia o seguinte:



MUITO IMPORTANTE!!!

Fica a informação. Tenham cuidado.

Depois de dois meses de mau tempo a assolar a costa portuguesa, vejam o que está a chegar na rebentação a algumas das nossas praias, juntamente com minúsculas patas de caranguejo, algas e outros elementos, vejam o aspecto que têm.

Sabem o que é isso? É apenas uma modesta medusa azul extremamente tóxica.Se virem alguma não lhe toquem. Mesmo morta o seu tecido mole morde como uma serpente, e as marcas que deixa na pele são definitivas - tatuagens indesejáveis. A dôr é indescritível e se fôr uma criança a manuseá-las, pode morrer envenenada.

Estas criaturas vivem a milhares de quilómetros da nossa costa, portanto: o que é que estas fazem aqui? São medusas de água quente, da Austrália, Califórnia... Quando surgem nas praias, estas são fechadas ao público e consideradas mais perigosas que tubarões a deambular na área.

Meus amigos. O tempo está a melhorar e os passeios à beira-mar tornam-se apelativos à descontracção. No entanto, se virem criaturas como estas, limitem-se a olhar e sigam à vossa vida.



Indícios de que algo não bate certo com esta suposta notícia:

- Não ouvi nem vi falar disto em meio de comunicação social nenhum;
- Não me lembro de ter estado assim tão mau tempo nos últimos dois meses;
- Todo o relato parece extremamente exagerado, quase como um risco para a saúde pública, quando não houve nenhum aviso por parte de quaisquer autoridades a respeito do assunto.


Fazendo uma rápida pesquisa, cheguei às seguintes conclusões:

- Obtive MAIS DE 100 resultados com o mesmíssimo texto, ipsis verbis, em blogues, facebooks, transcrições de emails, e sei lá mais o quê. A parte mais cómica é que cada um dizia rigorosamente a mesma coisa para uma praia diferente. Curioso, não?
- Este copy-paste anda a circular há séculos, sendo o mais antigo que encontrei de MARÇO DE 2010. Vejam bem de quando é que são esses dois meses de mau tempo…
- O conteúdo também é um exagero pegado! Sim, é um animal potencialmente perigoso, se entrarmos em contacto com os seus tecidos, mas daí a dizer que são mais perigosas que tubarões… Basta não ser totó e não lhe ir fazer festinhas, que não nos acontece nada.
- A Caravela portuguesa existe em locais MUITO mais próximos de Portugal do que a Austrália, e como é um animal que anda à deriva pelas correntes, acaba por vir cá parar. A sua presença na nossa costa é relativamente normal; vi testemunhos de mergulhadores que dizem que sempre se lembram de as verem por cá.



Posto isto, I rest my case.
Sejam críticos com o que lêem. Sejam cépticos. Desmistifiquem, escrutinem as coisas. E não façam spam.


Bom fim-de-semana!

Incompatibilidade entre Ciência e Religião

Partilho aqui uma opinião curiosa acerca do tema religião vs ciência, escrita por um estudante de teologia e astrónomo amador: http://astropt.org/blog/2012/05/23/big-bang-e-deus/

O comentário que faço a isto é o seguinte:
Era assim que eu pensava também, em tempos que já lá vão, quando era católica. Eu não via incompatibilidade nenhuma entre ciência e religião, porque para mim, ciência e religião dão respostas a questões diferentes (a ciência, explica o mundo físico; enquanto que a religião se prende com um lado espiritual, que eu achava que sentia, e era algo onde eu ia buscar "apoio" emocional, através da dita fé); e não havia como misturar as coisas. Para mim, enquanto pessoa religiosa, nunca houve qualquer choque entre evolução e criacionismo, por exemplo. A maior parte dos católicos já nem coloca essas questões sequer, e aceitam perfeitamente as teorias científicas. Eu, pessoalmente, não sentia a minha fé minimamente abalada pela ciência, pois eu achava que a ciência explicava aquilo que deus tinha criado (e que coisas complexas e belas ele criava!).

Só mais tarde compreendi que a maior incompatibilidade, a meu ver (fora para aquelas religiões que claramente pretendem explicar o mundo físico com deus(es)), nem se trata do choque de teorias, como evolução vs criacionismo. A maior incoerência prende-se com o princípio do qual partimos, com o nosso critério para aceitar algo. Hoje em dia, como estudante e admiradora de ciência, é-me completamente impossível aceitar deuses, não porque eles me apresentem explicações para o mundo físico contrárias às que a ciência defende, mas sim porque, se eu acredito no método científico, e se aceito que ele funciona, porque convivo com os seus frutos no dia-a-dia; e se, por outro lado, nenhum outro método nem crença me dá as provas palpáveis, nem os resultados práticos que o método científico me dá; então, naturalmente, eu desenvolvo uma postura céptica em relação a tudo o que me rodeia - aceito e acredito naquilo que é comprovável e reproduzível (não há outra forma de fazer ciência). Falei de mim como estudante de ciência, mas isto aplica-se a QUALQUER pessoa que viva nos dias de hoje, pois qualquer pessoa hoje em dia usufrui da ciência e isso, para mim, implica que toda a gente acredite nela - embora muitos não gostem de assumir esse facto.

Não me cabe na cabeça, portanto, como é que alguém que se diz crente na ciência, que usufrui dela (seja porque vai ao médico, ou porque vê televisão, ou porque usa telemóveis, carros, computadores, etc), e que aceita, consequentemente, os princípios do método científico (questionamento, experimentação, comprovação, etc), consegue continuar a acreditar em coisas para as quais não existe qualquer prova, qualquer demonstração. Esta é, para mim, a maior incompatibilidade entre religião e ciência.

domingo, 29 de abril de 2012

Vícios

Vícios, no sentido em que os entendemos melhor. Os primeiros que nos vêm à cabeça quando pensamos nesta palavra. Aqueles que “toda a gente” tem, aqueles socialmente aceites.

Poucas coisas com as quais convivo diariamente chocam tanto com os meus princípios como estas. E magoa-me – magoa-me de morte – ver que as pessoas que mais amo não conseguem passar sem elas. Gente que, por regra, precisa de três cafés por dia para conseguir acordar, de um maço de tabaco para conseguir estar, de um barril de álcool para se conseguir divertir, de um charro para conseguir criar! Não falo de casos isolados em que, uma vez sem exemplo, alguém se socorre deste tipo de substâncias para libertar a mente e se divertir (algo que considero salutar, e algo em que eu própria não sou completamente inocente), pois vejo isso como ir a um parque de diversões um dia, e voltar para casa depois, contente com a experiência mas com a plena consciência de que a vida real não é assim e de que não faz sentido ir lá todos os dias. Não falo disto, falo de NECESSIDADE, falo de recorrência, de rotina, de dependência. 

Talvez se perguntem porque é que isto me incomoda tanto. E para responder a isto, o que não faltam são motivos por onde pegar, mas nem vou pelas questões mais básicas que estes problemas levantam, como as consequências para a saúde, ou o desperdício de dinheiro que, muitas vezes, nem é de quem o gasta, mas sim dos pais - o que, por si só, já deveria dar um bom peso na consciência -, pois são assuntos já muito batidos, e além disso nem são os que me incomodam mais. O que me fere mais é um pouco menos óbvio, é o rebaixamento que isto representa na dignidade de alguém. O que será esta necessidade se não uma auto-humilhação, a extrema cobardia, o boicotar das próprias capacidades do indivíduo, o não conseguir ser alguém por si mesmo? O que será isto se não a total falta de auto-confiança e auto-controlo? O que será isto, se não a extrema falta de brio?
É esta descrença no estado natural do ser humano que eu abomino. É esta suposta ascensão a um estado superior que eu vejo como uma descida ao nível mais baixo de degredo psicológico que pode haver. É isto a que eu chamo desonestidade intelectual e de carácter. É uma máscara, uma muleta, um artifício. Não é ser, é fingir. Não é ter, é usar. Não é viver, é entrar num estado induzido. 

Eu não quereria isto para a minha vida, eu teria vergonha de ser assim. No entanto, tal como tudo na vida, são opções; e as opções, cada um as toma para si. Longe de mim pedir a alguém que deixe de fazer o que quer que seja que o faça sentir bem, por mais que ame e me preocupe com essa pessoa. Tenho o dever de respeitar os outros e de não interferir nas suas escolhas, desde que estas não tenham efeitos que recaiam sobre mim. No entanto, não consigo deixar de me sentir revoltada e triste com aquilo que se passa à minha volta, não consigo deixar de sentir pena, nem consigo deixar de me sentir incomodada e preocupada, sobretudo quando vejo isto a acontecer a alguém que para mim é tudo.

Tenho a noção de que, com esta posição perante este tema, pertenço a uma minoria na minha geração. Tenho a noção de que, ao publicar uma opinião assim, alguém vai ter vontade de me apedrejar, de dizer que sou antiquada e ingénua. E estou consciente de que muitas pedras vão chover. Queria pedir, portanto, a quem tiver uma opinião contrária que não se limite a descarregar contra o que eu disse, mas que me ajude a compreender o seu lado. Agradecia imenso. Acreditem que isso iria melhorar bastante o meu dia-a-dia e me ajudaria a lidar melhor com algumas pessoas e situações.



E vocês, o que acham disto?



(Algumas respostas aqui.)

sábado, 19 de novembro de 2011

E a Diana foi à TV

Pois é, hoje de manhã actuei na RTP1, com a minha querida tuna. O título do post deveria ser "E a TFIST" foi à TV", mas como pensei que por "TFIST" muita gente não iria perceber o que era, optei por colocar o meu nome, por uma questão estratégica.



Aqui ficam os links para a nossa actuação na RTP1, no programa Portugal Sem Fronteiras:


Música 1 de 2 - Saudade

Música 2 de 2 - Júlia Florista
(Caso haja problemas com o link, é na 3ª parte do programa, aos 10 minutos)




Mais uma experiência fantástica com a TFIST, para recordar com muito carinho. :)



Convido-vos a deixar um like na página da TFIST no Facebook, bem como na página da X Expedição - o nosso fantástico festival que se realizará daqui a 15 dias.

sábado, 5 de novembro de 2011

Mais uma viragem no blog

Da Dança e da Guerra


Mais uma vez, acabei de reestruturar o blog. Novo título, nova imagem e novo conteúdo, pois atingi outra vez um daqueles pontos de viragem, em que as novas influências e aprendizagens já me marcaram demasiado para continuar a ser a mesma pessoa. Que o meu blog seja agora um registo dos dias de batalhas e danças que passam pela mulher em que me tornei.



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A arte
Imagem: Valkyrie Maiden, by Howard David Johnson

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Dica: Como alterar a cor da descrição do blog

Quem usa o Blogger talvez se tenha deparado com um erro na personalização, que não nos permite alterar a cor da descrição do blog.


Blogger 
    -> Design
             -> Template Designer
                     -> Advanced
                              -> Blog Description
                                        -> Description Color


Experimentem alterar a cor. Não acontece nada, não é?
Em vez de "Blog Description", experimentem alterar a cor no "Page Text". Essa opção altera não só a cor do texto principal como também a da descrição do blog. Para mal dos nossos pecados, o Blogger tem a cor do texto principal como default para a cor da descrição do blog. Pode funcionar para alguns mas, quem quiser colocar uma cor diferente, vai encontrar algumas dificuldades pelo caminho.

Foi precisamente o que aconteceu comigo. Deparei-me com este problema e fui procurar alguma solução nos fóruns de Ajuda do Blogger. Encontrei vários utilizadores com o mesmo problema; um deles, deu uma sugestão que o resolve parcialmente:


Blogger 
    -> Design
            -> Edit HTML

Antes da seguinte linha de código:


Escrevam isto:


A cor é opcional, obviamente. Usei o "yellow" para exemplificar.
Agora guardem.

Apesar de resultar, não é muito eficiente, pois a escolha de cores fica bastante limitada; além de que, sempre que quisermos alterar a cor novamente, teremos de mexer no código, ao passo que seria muito mais cómodo poder alterá-la no Template Designer. Em relação a isso, tenho boas notícias: Depois de algumas experiências, consegui criar uma forma de o fazer. Basta seguir estes passos:


Blogger 
    -> Design
            -> Edit HTML

Tal como há pouco, encontrem a seguinte linha de código:


Mas agora, em vez do código que indiquei anteriormente, escrevam isto:



É necessário alterar mais uma coisa ainda.

Encontrem o seguinte bloco de código (encontra-se mais ou menos ao início):




Agora, reparem na linha destacada a verde. É isso que faz com que a cor da descrição do blog dependa da cor do texto geral. O que vamos fazer agora é alterar os padrões default, na linha de código que está dentro da elipse verde. Para simplificar, podemos usar os valores que estão dentro da elipse amarela. É só copiar e colar. Isto vai fazer apenas com que, por default, as cores da descrição do blog sejam as mesmas que as do título do blog, caso não as editemos; mas permite-nos personalizar individualmente as cores dessas secções na mesma, que é o nosso objectivo.

Quando estiver tudo alterado, o bloco de código anterior deve ter o seguinte aspecto:



Agora é só guardar. Et voilà! Já podemos personalizar as cores da descrição do blog ao nosso gosto! :)



Uma última nota: Eu sou um bocado noob em programação e afins, portanto, de certeza que há maneiras muito mais correctas de resolver isto; no entanto, esta funciona!! É o que é preciso. ;)




Ps: Se funcinou contigo, por favor, deixa feedback! Só porque é bom a gente saber que ajudou alguém. :)
Obrigada.

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